Localização

 

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

 

(Fonte: COMEC/01)

Latitude: 25º 35' 35'' S
Longitude: 49º 24' 37'' W

MAPAS
- América do Sul
- Cidades do Estado do Paraná
- Estado do Paraná - Região Metropolitana de Curitiba
- Região Metropolitana de Curitiba
- Localidades Rurais
- Quadro Urbano

ACESSOS

Rodoviário

Rodovias Federais e Estaduais
Com Rodovias Federais pavimentadas, Araucária está ligada aos principais centros produtores e consumidores do País e ao Mercosul: Argentina, Paraguai e Uruguai.

BR-476 - Rodovia do Xisto (São Paulo a Santa Catarina)
Adrianópolis / Bocaiúva do Sul / Curitiba / Araucária / Contenda / Lapa / São Mateus do Sul / União da Vitória

BR-116 - Rodovia Régis Bittencourt (Norte a Sul do País)
São Paulo / Curitiba / Fazenda Rio Grande / Mandirituba / Rio Negro

BR-277 - Corredor de Exportação (Paranaguá à Foz do Iguaçu)
Paranaguá / Curitiba / Campo Largo / Palmeira / Irati / Guarapuava / Cantagalo / Laranjeiras do Sul / Cascavel / Céu Azul / Matelândia / Medianeira / São Miguel do Iguaçu / Santa Terezinha do Itaipu / Foz do Iguaçu

BR-376 - (Santa Catarina ao Mato Grosso do Sul)
Garuva / São José dos Pinhais / Curitiba / Campo Largo / Ponta Grossa / Apucarana / Maringá / Paranavaí / Nova Londrina / Pontal do Tigre

PR-423 – (Araucária a Campo Largo)

PR-421 – (Curitiba a Araucária)

Outros Acessos
Avenida das Araucárias
Avenida dos Pinheirais

Ferroviário

Ferrovias
O transporte ferroviário iniciou-se no Brasil, em 1852, pelas mãos de Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, que construiu o primeiro trecho ferroviário do país, ligando a Praia de Estrela e a localidade de Fragoso, no Rio de Janeiro.

No sul do Brasil, o primeiro trecho foi inaugurado em 14 de abril de 1874, ligando as cidades de Porto Alegre a São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Alguns anos mais tarde, em 1885, era inaugurado o trecho Curitiba – Paranaguá, que corta a Serra do Mar.

Em 1º de março de 1997, a América Latina Logística (ALL) assumiu o controle da malha ferroviária dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, através de privatização. Iniciaram-se, então, as atividades da Ferrovia Sul Atlântico.

Em junho de 1999, foram adquiridas duas ferrovias na Argentina: a Ferrocarril Mesopotâmico General Urquiza (MESO) e a Buenos Aires al Pacifico (BAP). A partir dessa aquisição, as três ferrovias formaram um só negócio, a ALL.
A administração central é em Curitiba e os demais escritórios estão dispostos em outras cidades. Ao longo do trecho, localizam-se as Unidades de Produção (UP) descentralizadas, além de oficinas de locomotivas, vagões e mecanização.

São mais de 15 mil quilômetros de linhas férreas, nas quais operam cerca de 550 locomotivas e 17 mil vagões.
 

Infra-Estrutura no Município
A ALL possui um Terminal Intermodal em Araucária por onde passa, aproximadamente, 22 trens por dia. São 11 trens descendo para o Porto e 11 subindo, cada trem puxando 80 vagões. A carga é, na maioria das vezes, soja e farelo de soja.

Linha tronco
Engenheiro Bley/Paranaguá

Extensão
Total - 170,37 km
Município - 26,00 km

Estações - características

Araucária - LAR - Km 132,20
Formação e recomposição de trens
Carga e descarga de vagões
Revisão de vagões tanque
Atendimento a clientes, e
Licenciamento e cruzamento de trens.

Posto km 141 - Km 141,00
Licenciamento e cruzamento de trens.

General Lúcio - LGI - Km 151,514
Licenciamento e cruzamento de trens.

Passageiros
Desativada

Terminais - características

Araucária - LAW (combustíveis) - Km 127,30
Descarga de álcool
Carregamento de gasolina, óleo diesel e óleo combustível
Transbordo de calcário do Governo do Estado do Paraná e carregamento de vagões com calcário.

Distâncias ferroviárias em Araucária - LAR

 

LAR Araucária Carga 132,20 0,00 (início)
LAW Araucária Terminal 127,30 4,90
000 Passageiros 129,90 2,60 (desativada)
000 Posto km 141 141,00 8,80
LGI General Lúcio 151,51 19,31

 

Distâncias ferroviárias partindo de Araucária
Araucária LAR

 

LAT Antonina 109 km
LAP Apucarana 450 km
LCY Cianorte 611 km
LCO Curitiba 39 km
LGP Guarapuava 356 km
LLD Londrina 501 km
LMG Maringá 520 km
LOU Ourinhos 481 km
LPG Paranaguá 134 km
LGR Ponta Grossa 118 km
LDP Porto D. Pedro II 132 km
LRO Rio Negro 99 km
LFC São Francisco do Sul 313 km
LUN União da Vitória 343 km

 

(Fonte: ALL/02)

Aéreo

Aeroporto Internacional Afonso Pena

 

 

O Afonso Pena é um aeroporto internacional e recebe a classificação de Primeira Categoria e é o segundo aeroporto brasileiro a contar com o Sistema Integrado de Tratamento de Informações Aeroportuárias, igualando-se aos mais modernos aeroportos do mundo.

 

Para a construção do novo Afonso Pena foram necessários 5 anos de obras intensas, contando-se com o trabalho da construtora Andrade Gutierrez.

Dentro de uma concepção de funcionalidade aliada à estética, o novo Afonso Pena possui áreas verdes, elevador panorâmico e iluminação natural há também um espaço comercial planejado para atender a diversas necessidades.

Além das facilidades disponíveis aos usuários do complexo aeroportuário, o Terminal de Passageiros revelou-se um espaço cultural nobre, preparado para expor obras de artistas consagrados ou não. São três Espaços Culturais, que recebem de três a cinco exposições por mês. Também possui um museu com tema aeronáutico que contribui na preservação da memória da história da aviação.

O Aeroporto Afonso Pena tem recebido aeronaves cargueiras de grande porte, tais como ANTONOV 124, ANTONOV 12, MD 11, B 747, IL 76, DC-10 e DC-8.

Para o atendimento e a operacionalidade na movimentação de cargas, a INFRAERO mantém trabalho conjunto com órgãos indispensáveis, como Receita Federal, Ministério da Agricultura e Ministério da Saúde. Conta também com o apoio de companhias aéreas, agentes de cargas, empresas de despachos, fornecedores de equipamentos e, principalmente, clientes e colaboradores.

Dentro deste cenário de constante evolução, a INFRAERO vem se preparando para atuar no novo segmento de transportes aéreos internacionais. O TECA também se prepara para um novo aumento no volume de cargas e tem ambições de se transformar num Terminal de Cargas Intermodal.

Aeroporto do Bacacheri

O Aeroporto está equipado e dimensionado para atender a demanda de vôos regionais e militares.

Equipamentos
01 Pista de Pouso/decolagem nº 18/36, com 1.390 m de comprimento e 30 m de largura

Marítimo

Porto de Paranaguá

Criado há mais de 65 anos, o Porto de Paranaguá é um dos mais importantes centros de comércio marítimo do mundo. Sua área de abrangência une localização estratégica a uma das melhores infra-estruturas portuárias da América Latina, criando uma oportunidade única para negócios com o MERCOSUL e o mundo.

O Terminal de Contêineres de Paranaguá S/A é uma empresa contratada pelo consórcio TEVECON (Terminal de Veículos e Contêineres), para gerir o contrato de arrendamento de 25 anos, renováveis.

A área total do Porto é de 2.350.000 m²

Localização
O Porto de Paranaguá situa-se à margem sul da Baía de mesmo nome. De águas amplas e tranqüilas, constitui-se em excelente abrigo natural.

Área de abrangência
Em relação ao contorno da costa brasileira, a localização do Porto é privilegiada, pois o coloca de forma estratégica, permitindo distâncias mínimas de acesso a grandes centros produtores. Considerando-se os dados referentes à exportação, verifica-se que a área de abrangência do Porto é de mais de 800 mil quilômetros quadrados, movimentando atualmente, cargas provenientes de todo o Estado do Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rondônia, São Paulo, Rio Grande do Sul, e países como a Bolívia, Argentina e Paraguai.

Além disso, o Porto de Paranaguá, através de um convênio bi-nacional Brasil–Paraguai, assinado em 1956, é entreposto de exportações do país vizinho.

As exportações têm principal destino: a Comunidade Européia, seguida pela Ásia, Estados Unidos e MERCOSUL.

Corredor de exportação
A remodelação e modernização do Corredor de Exportação, realizada em parceria, simultaneamente entre a APPA e terminais, transformou a capacidade de embarque para 9.000 t/h, através de 6 linhas finais de expedição/embarque, de integração de 9 terminais que compõem o complexo "Corredor de Exportação" e de 6 carregadores de navios (shiploaders), com capacidade de 1.500 t/h, cada.

Esta capacidade atende a demanda atual e de médio prazo, agilizando o carregamento dos navios, eliminando a espera nos períodos de "pico" de safra.

Acesso marítimo
O principal acesso aos portos de Paranaguá e Antonina é feito através do Canal da Galheta. Até 1975, o acesso era feito pelo Canal Sueste.

Acesso rodoviário
O principal acesso é a rodovia BR-277, que interliga Paranaguá à Capital do Estado, até Foz do Iguaçu. As estradas federais e estaduais que formam o Anel de Integração unem os principais pólos econômicos do Paraná. Este Anel pretende formar uma rede de transporte multimodal, unindo infra-estrutura portuária, ferroviária, rodoviária e aeroviária.

Como apoio ao transporte rodoviário, o Porto possui um pátio de triagem para os caminhões, com capacidade de estacionamento de 1.300 caminhões/dia.

Acesso ferroviário
O Porto é ligado à malha ferroviária através da linha Curitiba – Paranaguá, administrada pela América Latina Logística – ALL.

Acesso para oleoduto
O Porto ainda conta com uma linha de oleoduto para derivados de petróleo, ligando a Refinaria Presidente Getúlio Vargas, em Araucária, ao terminal de inflamáveis do Porto de Paranaguá.

Projeto Cais a Oeste

O projeto de expansão prevê, inicialmente, a construção de 325 metros de cais, tipo píer, que possibilitará a atracação nas faces interna e externa, destinadas à movimentação de granéis sólidos na exportação e importação, sendo que o externo será provido de equipamentos para embarque de granéis sólidos de origem agrícola, com capacidade para 3.000 ton/h.

A construção de novos berços de atracação, a partir da extremidade oeste do cais comercial, possibilitará uma reorganização estrutural do layout operacional do Porto de Paranaguá, permitindo que se defina o direcionamento dos diversos fluxos de cargas que transitam pelo Porto de Paranaguá.

Esta reorganização vislumbra um maior aproveitamento do cais existente, permitindo um descongestionamento dos berços de atracação e da movimentação operacional da área portuária.

Porto de Antonina
 

O Porto de Antonina, localizado na cidade de Antonina (a 90 km de distância de Curitiba), administrado pelo Estado, oferece ao mercado 2 terminais portuários: Barão de Teffé e Ponta do Félix, com área total de 290.000 m².

O Terminal Barão de Teffé, com mais de 250 mil m² de área primária, cais que abriga navios de até 155 metros e calado de 19 pés, está equipado para movimentar contêineres e carga geral, como madeira, açúcar, pneus, entre outros. Desde 1999, através de um acordo operacional, a Interportos movimenta granéis sólidos (fertilizantes, sal, trigo, entre outros) neste terminal, pelo sistema de transbordo de navios ao largo.

Já a Ponta do Félix, também em operação desde 1999, conta com 72 mil m2 de área, cais de 360 metros com 2 berços, calado de 8 metros e pátio para 2.300 contêineres, além de 3 armazéns para carga geral. A Ponta do Félix oferece também a movimentação de cargas frigorificadas, com uma câmara fria com capacidade de 6 mil toneladas.

Está em projeto pela APPA a instalação de um terminal de passageiros no Porto de Antonina, estimulando o turismo na região.

Acesso rodoviário
Pela PR-408 e PR-410, que levam a duas rodovias federais, a BR-277 (Paranaguá a Foz do Iguaçu) e a BR-116 (Curitiba a São Paulo).

Acesso marítimo
Pelo Canal da Baía de Paranaguá, com 26,3 pés (8 metros) de profundidade, 5,4 milhas (10 Km) de comprimento e 0,06 milhas métricas de largura.

(Fonte: APPA/02)